Hurst. El Corazón. Manual De Cardiología

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Se excluyeron aquellos con serología positiva para HIV. Maria de Bel�m Roseira Martins Coelho Henriques de Pina. 2.1 -A medicina interna ocupa-se da preven��o, diagn�stico e orienta��o da terap�utica curativa n�o cir�rgica das doen�as de �rg�os e sistemas ou das afec��es multissist�micas dos adolescentes e adultos. 2.2 -A vis�o integradora da constela��o de caracter�sticas fisiol�gicas e patol�gicas do doente e a articula��o com as pr�ticas de outras especialidades definem a sua ess�ncia. 2.3 -Esta disciplina, difusa no �mbito dos objectos da sua pr�tica e exigente em capacidades cognitivas, exerce-se em cl�nica de ambulat�rio (consulta externa e hospital de dia), cl�nica de agudos e cr�nicos (internamento em enfermaria), cl�nica de emerg�ncia (servi�os de urg�ncia) e cl�nica dos estados cr�ticos (unidade de cuidados intensivos/servi�os de medicina intensiva). 2.4 -A variedade nosol�gica, dependente das idiossincrasias institucionais, do acaso e de factores de natureza epidemiol�gica, n�o permite o estabelecimento de compartimenta��es r�gidas relativas aos objectivos dos conhecimentos, segundo um modelo escol�stico. 2.4.1 -Neste contexto exigir-se-� ao interno de medicina interna a constru��o de um edif�cio te�rico multidisciplinar que, em conjunto com a aquisi��o de uma experi�ncia pr�tica s�lida e variada, lhe permita a resolu��o de problemas cl�nicos progressivamente mais complexos. 3 -Estrutura, dura��o e sequ�ncia dos est�gios: 3.1 -Estrutura e dura��o dos est�gios: 3.1.1 -Medicina interna -42 a 48meses. 3.1.2 -Medicina de cuidados intensivos polivalentes-6 a12meses. 3.1.2.1 -O est�gio de medicina de cuidados intensivos polivalentes, que tem a dura��o de 6 meses, poder� ser ampliado para 12 meses. 3.1.3 -Est�gios opcionais -6 meses. 3.1.3.1 -Os est�gios opcionais n�o poder�o ter dura��o inferior a tr�s meses e n�o poder�o ser interrompidos por f�rias. 3.1.3.2 -Recomendam-se os seguintes est�gios opcionais: 3.2.1 -O1� e o �ltimo ano de internato s�o obrigatoriamente efectuados em servi�o de medicina interna. 3.2.2 -O est�gio de medicina de cuidados intensivos polivalentes dever� efectuar-se no 2� ou 3�ano do internato. 3.2.3 -Os est�gios opcionais dever�o efectuar-se a partir do 2�ano do internato. 4 -Local de forma��o para cada est�gio: 4.1 -O est�gio de medicina interna ser� realizado em servi�os de medicina interna. 4.2 -O est�gio de medicina de cuidados intensivos polivalentes ser� realizado em servi�os ou unidades de cuidados intensivos polivalentes. 4.3 -Os est�gios opcionais ser�o desenvolvidos em servi�os e ou unidades com a denomina��o correspondente ao respectivo est�gio. 5.1 -Est�gio em medicina interna: a) Colheita e elabora��o de hist�rias cl�nicas, emiss�o de diagn�sticos cl�nicos provis�rios, solicita��o de exames complementares de diagn�stico, interpreta��o de anomalias cl�nico-laboratoriais, integra��o de todos os elementos de investiga��o cl�nica, obten��o de um diagn�stico final, prescri��o e realiza��o de um protocolo terap�utico e defini��o de um progn�stico; b) Apresenta��o oral clara, extensa ou resumida (em forma de epicrise), de casos cl�nicos, em visita m�dica ou reuni�o cl�nica; c) Capacidade de apresenta��o sum�ria de um conjunto de doentes, em visita m�dica, reuni�o de servi�o ou transfer�ncia de turno de urg�ncia interna; d) Realiza��o de nota de alta ou transfer�ncia; e) Participa��o activa em reuni�es cl�nicas; g) Realiza��o/participa��o activa em sess�es tem�ticas ou de revis�o bibliogr�fica; h) Assist�ncia �s necropsias an�tomo-cl�nicas que requisitou (ou outras); discuss�o dos estudos macro e microsc�picos decorrentes; i) Assimila��o e emprego com conveni�ncia das regras que regem a solicita��o de servi�os de outras especialidades; j) Execu��o das seguintes t�cnicas: 1) Pun��o e canaliza��o das veias perif�ricas; k) Familiariza��o e eventual execu��o de outras t�cnicas, nomeadamente: l) Conhecimento e interpreta��o dos testes de estat�stica descritiva; em op��o: capacidade de emprego de programas informatizados de estat�stica aplicados �s ci�ncias biol�gicas; m) Conhecimento e aplica��o dos consensos da �tica e da deontologia m�dicas; n) Participa��o em publica��es cl�nicas ou e cient�ficas; o) Participa��o em cursos de p�s-gradua��o (nacionais ou estrangeiros) de interesse e m�rito reconhecidos. 5.1.1.2 -2�e 3�anos.-Aprofundamento e desenvolvimento gradual do desempenho iniciado no 1�ano em todos os itens enunciados. a) Autonomia no desempenho dos itens referidos anteriormente; b) Fornecimento de servi�os de consultoria a outras especialidades. 5.1.2.1 -1�ano.-Etiopatogenia, epidemiologia, fisiopatologia, anatomia patol�gica, semiologia cl�nica e laboratorial, diagn�stico e terap�utica de entidades nosol�gicas inclu�das nas seguintes �reas: 5.1.2.2 -2�, 3�e 4�anos.-Aprofundamento dos conhecimentos nas �reas referidas. 5.2 -Est�gio em medicina de cuidados intensivos polivalentes: 5.2.1 -Objectivos de desempenho.-Execu��o de t�cnicas de diagn�stico e terap�utica em doentes em cuidados intensivos, nomeadamente: b) Monitoriza��o cl�nica e laboratorial da fun��o respirat�ria; e) Cateterismo das art�rias pulmonares, com cateter de bal�o dirigido por fluxo (C.

Desfibrilador semiautomatico en soporte vital /

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Tratado de Medicina Interna de Cães e Gatos. OBJETIVO: Conocer la prevalencia de TBC (tuberculosis) y factores de riesgo asociados en pacientes internados en sala de clínica mé- dica. Por otra parte el congreso contiene la actividad del FORO DE MEDICINA CLINICA, entidad que agrupa a nivel nacional a las expresiones académicas y politicas de la mayoría de los médicos clínicos e internistas de la Argentina Reiteramos, va a ser el mayor evento científico y académico de la especialidad del 2016 teniendo el firme objetivo de fortalecer nuestros conocimientos, mejorar nuestro desarrollo científico, fomentar la investigación clínica, permitir el intercambio de experiencias y generar todos los elementos para que nuestros médicos internistas lleven a cabo una medicina mejor.

Fibrilación y flutter auricular (Spanish Edition)

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Miembro del grupo de trabajo Diabetes y Obesidad. • Documentación para la matrícula, que deberá remitir fiísicamente, en caso de que sea aceptada su preinscripción: - 1 fotocopia compulsada, por ambas caras, del título de Licenciado en Medicina (anverso y reverso). Ponente en numerosos cursos y congresos, relativos a patología cardiovascular. Tratamiento de elección del paludismo y efectos secundarios. La radiografía simple de imágenes puede revelar adelgazamiento del hueso adyacente en las lesiones de larga data.

Nefropatía diabética (Capítulo del libro Control global del

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La mayoría de los casos reportados en la literatura describen pacientes con lesiones EN-like al momento de la presentación con pancreatitis obvia,(110,111), o días a semanas en el curso de una pancreatitis. RAFFAELE ORLANDO (II FASCIA)) PROCEDURE INTERVENTISTICHE IN EMATOLOGIA (Resp.: PROF. La etiología en el adulto mayor es en su gran mayoría originado por una tiroiditis autoinmune. La nota se calcula a partir de la media del expediente de los estudios de grado o licenciatura del alumno (ponderado un 25 %) y el resultado del Examen MIR (75 %).[ cita requerida ] El aspirante con mayor nota tiene a su disposición todos los programas de formación de todos los hospitales de la nación, el segundo todos menos la plaza que haya elegido el primero, y así sucesivamente.

Protocolos de cardio-RM y cardio-TC de la Unidad de Imagen

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Los glucocorticoides sistémicos pueden ser necesarios en presencia de lesiones refractarias que, o preceden a los síntomas, o que ocurren durante la fase de remisión de la EII, pero su uso requiere un diagnóstico firmemente establecido de EN debido a EII. Especialista en Medicina interna, Universidad de Costa Rica. João Curso de Ecocardiografia em Cuidados Intensivos. 4ªs Jornadas de Actualização em Ventilação Artificial-UCIP do Hospital de São Sebastião Colaboração no Curso Avançado de Trauma para Enfermeiros, promovido pelo Sindicato dos Enfermeiros, na sessão de “Imagiologia em Trauma” Colaborador da Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho, como orientador de formação, na área curricular de residência opcional em Cuidados Intensivos, de alunos do 5º ano da licenciatura em Medicina

Escenarios de práctica clínica real. Papel de la combinación

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Stroffolini Dipartimento Biomedico di Medicina Interna e Specialistica (Di. Tratada con Enalapril 20 mg cada 24 horas Asintomática CASO CLÍNICO Exploración Talla 165 cm, peso 65 kg Presión arterial 140/90 mmHg Fondo de ojo normal Auscultación cardiopulmonar normal Abdomen normal No edemas maleolares Identificar los factores de riesgo para insuficiencia cardiaca Glucemia 107 mg% Ácido úrico 5 mg% Urea 32 mg% Creatinina 0,7 mg% Colesterol total 200 mg% cLDL 180 mg% cHDL 20 mg% TÓXICOS Citostáticos AINEs Inhibidores COX2 Troglitazonas CAMBIOS MORFOLÓGICOS Dilatación del VI Disfunción distólica VI Aumento de masa VI Disfunción sistólica asintomática BIOMARCADORES Microalbuminuria Homocisteína Citoquinas Proteína C Reactiva BNP Prevention of Heart Failure.

Claudicación Intermitente (CI) - Miniatlas (Spanish Edition)

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CASO CLÍNICO: Paciente masculino de 46 años de edad, con antece- dentes de asma, medicado con seretidepuff. Aquest símbol és utilitzat per organitzacions com l' Organització Mundial de la Salut (OMS), l'Associació Mèdica Americana i d'Osteopatia, l'Associació Australiana i Britànica Mèdica i diverses facultats de medicina a tot el món que igualment incorporen aquest símbol. [3] [4] [5] La medicina no només és un cos de coneixements teòrico-pràctics, sinó que és una disciplina que té els seus fonaments en un trípode: el metge, com a agent actiu en el procés sanitari; el malalt, com a agent passiu, i per això és el pacient; i l'entitat nosològica, la malaltia que és el vehicle i nexe de la relació entre el pacient i el metge.

Examen Clinico Cardiovascular (Spanish Edition)

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Mestre em Clínica Veterinária pela Faculdade de Medicina Veterinária da USP. El mismo pre- sentó,30díasanterioresalaconsulta,traumatismoporcaídadesupro- pia altura con lesión del manguito rotador del hombro izquierdo y excoriaciónenregióncervical. La cátedra de medicina interna UB-SEMI_Menarini ha creado un máster en enfermedades crónicas que ayuda a ampliar los conocimientos médicos y de gestión necesarios para favorecer el cambio de un modelo asistencial centrado fundamentalmente en la atención individual a los procesos agudos de la enfermedad a un modelo mejor preparado para afrontar el diagnóstico precoz, tratamiento, prevención y gestión de los determinantes de salud asociados a las enfermedades crónicas.

El electrocardiograma / Electrocardiogram: Su interpretacion

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I laureati in Medicina e Chirurgia potranno svolgere attività di medico–chirurgo nei vari ruoli e ambiti professionali clinici, sanitari e bio-medici. IV CURSO SUPERIOR PARA GRADUADOS: “Enfermedad Cardiovascular en la Mujer” San José, Costa Rica, Mayo de 1998 II CLÌNICA DE LÍPIDOS Colegio de Médicos y Cirujanos de Costa Rica Agosto, 1999 II CURSO INTERACTIVO DE ELECTROCARDIOGRAFÍA Colegio de Médicos y Cirujanos de Costa Rica Setiembre – Octubre, 1999 CURSO INTERACTIVO DE TÉCNICAS DIÁGNOSTICADAS EN HIPERTENSIÓN ARTERIAL Colegio de Médicos y Cirujanos de Costa Rica Mayo, 2000 CURSO “EL ÓXIDO NÍTRICO EN LA PATOLOGÍA VASCULAR NUEVAS PERSPECTIVAS TERAPEÚTICAS” Colegio de Médicos y Cirujanos de Costa Rica Mayo, 2000 SÌNDROMES CORONARIOS AGUDOS Colegio de Médicos y Cirujanos de Costa Rica Junio, 2000 II RED DE FACTORES DE RIESGOS AMÈRICA CENTRAL Costa del Sol, La Paz, Salvador Junio, 2000 SINDROME CORONARIOS AGUDOS Colegio de Médicos y Cirujanos de Costa Rica Junio 14, 2000 PRIMERA JORNADA DE ACTUALIZACIÒN EN MEDICINA INTERNA Hospital San Vicente de Paúl; Heredia Agosto 17 y 18, 2000 JORNADA DE ACTUALIZACIÓN EN CARDIOLOGÍA Punta Leona, Puntarenas, Costa Rica Setiembre 9, 2000 JORNADA ACTUALIZACIÓN EN CARDIOLOGÌA Universidad de Costa Rica Noviembre 1 y 2, 2000 CURSO VENTILACIÓN MECÁNICA Hospital CIMA, San José, Costa Rica Noviembre, 2000 MANEJO FARMACOLÓGICO DEL PACIENTE PARA ANGIOPLASTÍA Y STENT.

Fast Facts: Hipertensión

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Nuestra búsqueda encontró variadas definiciones presentadas en las Tablas 1 y 2. Jornada de autonomía del paciente, información y documentación clínica y responsabilidad jurídica sanitaria. 7 horas lectivas, organizado por la Dirección Médica del Complejo Hospitalario Universitario de Albacete, realizado en Albacete el 2 de diciembre de 2003. 33. Dos meses post-alta hospitalaria, la paciente abandona el trata- mientoinmunosupresor,presentándose15díasdespuésalaguardiacon igual sintomatología (disnea CF III/IV, tos y hemoptisis) y reaparición de un infiltrado alveolar difuso con algunas zonas de vidrio esmerilado en la TAC tórax.